Assembléia Legislativa

Contrato garante reforma geral do prédio da Assembleia Legislativa do Amapá

Pela primeira vez, após 27 anos de sua inauguração, o prédio onde funciona o plenário, os gabinetes dos deputados e da presidência da Assembleia Legislativa do Amapá (Alap) passarão por completa reforma estrutural, que atingirá piso, teto, forro, climatização, instalações elétrica e hidrográfica e rede lógica de seus três pavimentos. O contrato para o início imediato das obras foi assinado na manhã desta sexta-feira (29/12), pelo presidente da Casa, deputado Kaká Barbosa (Avante) e por Rodrigo Moreira, representante da Santa Rita Engenharia Ltda., empresa vencedora da licitação.

Com prazo de nove meses para ser concluída, a obra custará aos cofres públicos o valor de R$ 3,7 milhões, provenientes de recursos próprios do Poder Legislativo. “É um avanço desta gestão. Tanto nossa quanto dos outros vinte e três deputados, incluindo a Mesa Diretora. Fizemos um ajuste em nossas contas, desde o ano passado, com redução da folha de pagamento, adequação de nossas despesas à Lei de Responsabilidade Fiscal e, dessa forma, podemos alocar recursos necessários para fazer essa reforma, com o dinheiro já empenhado. Também iremos licitar a obra de conclusão do anexo, com cinco pavimentos, tudo com recursos próprios e garantidos”, anunciou Kaká Barbosa.

Kaká agradeceu aos gestores do Parlamento e a todos que contribuíram para a readequação financeira da Alap. “Graças a Deus, em primeiro lugar, e ao nosso grupo de gestão, integrado pelo doutor César, doutor Eugênio e doutor Sidônio, e a todos os servidores do Poder Legislativo, que contribuíram para que pudéssemos ajustar a Assembleia, a fim de juntarmos o dinheiro e, dessa forma, promover esta reforma que nos proporcionará um prédio adequado ao nosso trabalho, uma vez que esse é um dos mais antigos do estado e que, inclusive, sofreu um acidente, ontem, inundando todos os pavimentos, mas que já está em recuperação, dentro desse contrato”, enfatizou o presidente, referindo-se ao ocorrido na quinta-feira (28), que rompeu um tubo de descida de água da cisterna, alagando os três pavimentos do prédio.

Fonte: Diário do Amapá

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