Polícia Civil de Santana desvenda assassinato da jovem Tainá

Abr 22 2017 /

Uma investigação minuciosa comandada pelo delegado Sandro Torrinha, da 1ª Delegacia de Polícia Civil de Santana, elucidou em um curto espaço de tempo o assassinato da jovem Tainá de Barros, de 20 anos, que foi encontrada morta, e sem roupas, em um terreno baldio localizado no Distrito Industrial, em frente ao comando do 4º Batalhão de Polícia Militar (4º BPM), no município santanense. O cadáver foi encontrado na tarde do último sábado (15).

O caso foi detalhado na manhã desta quinta-feira (20) durante uma entrevista coletiva concedida pelo delegado Sandro Torrinha, que preside o inquérito, a delegada geral de Polícia Civil, Maria de Lourdes, e o titular da Secretaria de Estado da Justiça e Segurança Pública (Sejusp), secretário Ericlaudio Alencar.

“Tivemos muita cautela nas investigações para não cometer erros no inquérito. Chegamos a ouvir o depoimento do namorado da vítima, já que ela teria sido vista pela última vez no endereço dele. O rapaz contou durante depoimento que Tainá havia, de fato, passado a noite anterior com ele, mas que ela deixou o imóvel entre 4h30 e 5h da manhã. O namorado também declarou ter entregado à garota o valor de R$ 15,00 que seria para pagar uma viagem de táxi até a casa dela. Esse dinheiro não foi encontrado com a vítima. A partir disso, nós buscamos por câmeras na região que pudessem confirmar essa versão. Foi quando identificamos uma dessas câmeras onde a jovem aparece chegando à rodovia Duca Serra. Logo atrás aparece o suspeito. Era o que precisávamos para descartar muitas dúvidas e seguir uma linha reta de investigação”, disse o delegado.

O homem que aparece no vídeo, seguindo Tainá de Barros, foi identificado como Márcio Roberto Facundes da Silva Rosa, de 30 anos. O suspeito é manco de uma das pernas, o que foi outro ponto observado pelo delegado nas imagens. “Todos os elementos colhidos no curso das investigações são concretos contra ele. Até mesmo a roupa que ele usava na noite do crime foi localizada. A puxada de perna também delatou o suspeito”, sustentou o delegado.

Fonte: Diário do Amapá

 

 

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